domingo, 2 de maio de 2010

1º de maio - carta discurso

Camaradas e companheiros de muitas lutas, Boa noite!

Noite é essa que finda mais um dia de vitórias por conta de nossa causa.
reprimidos? sim! humilhados? tambem! mas este é o preço da não-alienção em que vivemos, contra este maldito capital ao qual dita regra a tudo e a todos.
muitas são as nações que tentam pregar tamanha falsa igualdade e são nestas que felizmente nossos companheiros se martirizam na luta para provar o contrário a milhoes e milhoes de pessoas.
mas nossa luta não é em vão!

homens como Castro, Tse Tung, e até o nosso mais próximo Guevara provaram que é possivel viver debaixo de uma nação ao qual temos a honra de dizer Mãe no lugar de país!
hoje, nossos planos parecem estar abalados pela fétida flamula alve-rubro norte americana, mas nada é mais vivo do que o Rubro sangue daqueles que morrem todos os dias no labor das mãos caleijadas.
vem o dia em que provaremos que todos somos um! e o sentimento uníssono está em todos!
vem o dia em que todos seremos como um só! e não por obrigação ou por moda, ou dinheiro. mas pelos ideais! verdadeiros ideais que se fossem seguidos desde seu descobrimento, não veriamos as mãos estendidas nas ruas!

o trabalho, acima de tudo é o que nos move! não comeremos na mesma mesa desta corja que jamais sujou-se de carvão, ou empunhou uma enchada! o trabalho não é somente nosso desgasteou castigo, mas é o nosso orgulho e prazer em ter devido merecimento por cada centavo recebido e cada centavo não recebido que os patroes nos roubam dia-após dia nas mais-valia!

hoje 1º de maio, poderia eu comemora-lo da melhor forma possivel, trabalhando! mas não posso! pois roubam-nos a todo momento, e não há então melhor forma do que reclamar o dia do trabalho, com greve! não como um rebelde sem causa ou apenas marrento, mas como um lutador por uma classe que merece ser revista em seu papel sobre toda a sociedade.

logo, findo minhas palavras com a afirmação de que nossa luta conntinua até o fim! até que cada capital se torne popular! até que cada aristocrata receba o mesmo que eu! até que o sangue pomposo e azul se torne rubro e amargo como o nosso!

obrigado a todos e
Hasta la revolucion!
Sempre sempre!



"tenho certeza que os meus se assustaram ao ver o discurso aki no meu blog, poisé...rs.. não mudei de lado não... é so uma inspiraçãozinha vermelha que me bateu, e eu para testar o balango (como dizia o kiliano) resolvi botar numa folha, para ver quem sem encheria o coração!" rs...mas não enche mesmo!

DIREITA! VOU VER!