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sábado, 5 de novembro de 2011

[Crônicas da taverna]/[Receitas da Taverna]: Servir e ser servido! (café Irlandês)


Noite fria aqui no cais, não há um homem dentro desta taverna que não esteja fungando. é como se os ventos que vem do mar fossem armados de espadas e não existe casaco ou escudo que possa nos defender.

É assim que eu posso definir minha taverna nos dias de hoje. Meu Vinho que sempre em boa temperatura é servido machuca os dentes de uns e mata de gastura outros, a lareira ali no canto do balcão é invejada por todos, mas não serve de muito pra alguém como eu que tem que descer todas as horas à área das garrafas. Como estão geladas! Mas mesmo assim a taverna continua com o seu bom movimento.

De certa forma tudo poderia continuar como um dia simples e comum, se não tivesse entrado por aquela porta um sujeito muito estranho para se dizer.

Entrou a passos largos, magros e longos. Rodeou uma mesa vazia como um cão que se prepara para deitar e sentou-se. Tirou da bolsa verde que tinha entre as pernas um livro grosso, porém pequeno e pôs-se a ler.
De fato não era "a garota que pára o baile", mas como o taverneiro eu preciso ficar de olhos em todos, não pude deixar de notar sua excêntrica presença. Pois bem continuei servindo os outros, afinal de contas, como regra da casa o cliente pede a bebida, senta-se e espera que eu o sirva. Mas não é de meu costume ir perguntar o que o mesmo quer.

Passaram uma, duas, três, quinze páginas e o mesmo não se pronunciou. Retirou um longo cachimbo de madeira envernizada, acendeu-o deu duas boas baforadas e continuou a leitura. Aquilo me intrigou! Cachimbo estranho... Mas com os muitos afazeres continuei a servir e ele a ler.

Tarde da noite o frio não atacava somente com espadas e lanças, mas com blocos grandes (senão Gigantes) de neve e a taverna já estava apenas com os seus clientes mais antigos (diga-se de passagem, mais chega
dos). Neste tempo o estranho se levantou. Marcou com os dedos a página que parou, estiou o cachimbo numa das fendas da mesa e caminhou até o balcão onde eu me encontrava próximo às lenhas da minúscula lareira.

- Por favor, sirva-me um pouco de café.
- Uhum... - baixei-me e peguei a velha moringa feita de barro com o café frio e despejei uma boa dose dentro do caldeirão que sempre ficava em cima da lareira só para re-esquentar um pouco. Minutos depois... - aqui está.

Sem desconserto nenhum ele apontou para as garrafas atrás de mim e disse:
- Você tem Whiskey aí?
- Claro - achei estranha a pronúncia, mas peguei a velha garrafa um pouco acima de seus dedos e coloquei no balcão.

Ele ficou um pouco despontado quando olhou para a garrafa, mas logo o sorriso re-abriu quando disse:

- pega aquela lá de cima pra mim?
- qual? Essa?
- não! Aquela mais acima...
- essa aqui? - já me irritando..
- essa com o trevo aí desenhado na rolha... Isso! Essa mesma.

Trouxe a garrafa até o balcão e me virava para subir na pequena escadinha para guardar a outra quando ouvi o barulho do levantar da rolha. Subitamente me virei para chamar-lhe a atenção (afina quem serve as bebidas aqui sou eu), mas parei em choque quando o vi colocar uma rápida dose de Whiskey no café, e com uma sobrancelha levantada, a longa barba negra e o esparso bigode loiro, me disse sorrindo:

- Você não teria por aí um leite mais batido ou cremoso não. né?


Confesso que em outros tempos eu já teria juntado qualquer folgado que SE servisse em minha taverna e ainda me perguntasse se eu tenho leite. Mas como o dia era frio eu resolvi fazer uma exceção, sorrir da mesma forma (com a sobrancelha levantada também) e dizer:

- tem um leite aqui sim, mas de tão velho parece estar até mais grosso.
- é exatamente dis
so que eu preciso.

Sem delongas o estranho pegou a botija de leite grosso e deu uma boa sacudida nele.
Pensei: pronto! Agora só falta me jogar toda essa mistura maluca. Demorou um pouco mais e depois de misturar o Whiskey no café quente despejou um pouco deste leite cremoso em cima. Enquanto me dizia: Whisky é só o escocês; WhiskEy é Irlandês!

Confesso que ficou bonito o negócio, mas não era pra mim. Tomou a liberdade de pegar na minha frente um copo limpo que estava no fim do balcão, dividiu aquela estranha mistura em dois copos e me serviu.
Retornou para sua mesa, limpou o cachimbo, recolocou mais fumo, voltou a ler.concluiu a leitura e voltou para me agradecer. Repousou no balcão duas moedas grandes com escritas de países que eu não conhecia. Mas insisti em ficar com apenas uma e devolver a outra para ele em forma de pagamento. Afinal de contas. Há dias que se serve e há dias que se é servido!


*---------------------*


SALVE TAVERNANDOS!!!!!

Depois de longos tempos parados aqui na taverna, comemoro a alegre volta com este frio inspirador que tenho passado por essas bandas!
e não posso deixar de fazer menção de três pessoas: Ingrid (de quem a muito eu não falo, mas tenho muitas saudades!) de Epaminondas (meu aluno do 1º ano aqui em Eunápolis, que de uma forma filosófica e muito sábia me lembrou que eu tenho uma taverna e uma raposa em forma de blog pra cuidar), e de Pheddie Cadarn - Um irlandês exilado no rio de janeiro e conhecido meu pelas internets da vida! hehehe brincadeiras a parte, pedi para Phreddie que me mandasse uma receita de café irlandês pela net e prontamente ele o
fez. Como agradecimento, resolvi inseri-lo dentro do conto nesta noite.

Pois bem, a receita vai logo aqui abaixo então, sem mais delongas com vocês:

O CAFÉ IRLANDÊS!

O Irish Coffee é como um café de luxo. Sua concentração, beleza e complexidade explicam a fama de uma bebida quente feita para realmente aquecer os corações. E não basta emoção, é preciso estar preparado para tomar um bom café forte com um tradicional uísque irlandês.

o uísque irlandês é um uísque normal, só que feito fora da Escócia e, portanto, recebe o nome de “Whiskey”, com um “e” a mais. É assim porque “whisky” é apenas na Escócia. Nos outros lugares do mundo é “Whiskey”. Tem o mesmo efeito de “champagne” e “espumante”.









INGREDIENTES
27 ml de whiskey irlandês (pode ser o Jameson)
45 ml de café forte quente (expresso, de preferência)
18 ml de creme de leite fresco batido
1 colher de bar de açúcar (bailarina)

Utilize a taça para Irish Coffee. Aqueça a taça com água fervendo. Dispense. Misture o uísque, o café e o açúcar. Coloque o creme de leite batido por cima despejando sobre as "costas" de uma colher aquecida. Não misture novamente.

BEBA MUITO! E DANCE AO SOM DE MÚSICAS IRLANDESAS É CLARO!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Receita da Taverna: Cerveja Amanteigada

Salve tavernandos!

Enquanto não chega o meu pc aqui na bahia! somo o meu caderno de receitas e delicias com umas especiaria muito peculiar!
esta bebida foi citada em alguma coisa que eu li hoje, pela manhã e fiquei curioso para descobrir como se faz.
de fato não é uma receita muito antiga e nem utiliza elementos da culinária medieval, mas o nome traz a memória das lúgubres tavernas alemãs. E então eis aí a receita que vos trago.

Cerveja Amanteigada!

Ingredientes:

470ml de Sorvete de Baunilha derretido;
4 colheres/sopa de manteiga em temperatura ambiente;
200ml de açúcar mascavo;
2 colheres/chá rasas de canela;
½ colher/chá rasa de noz moscada;
¼ colher/chá rasa de cravo (moídos);
600ml de cidra de maçã.

Elaboração
Misture manteiga, açúcar e temperos em uma tigela grande. Adicione o sorvete e deixe congelar. Aqueça a cidra em uma panela por 3 min (use fogo alto para ferver e eliminar o alcool)depois espere esfriar um pouco . Encha cada copo com uma colherada generosa da 'poção' de sorvete e derrame sobre ela a cidra aquecida - vai espumar, como cerveja, o que explica seu nome.

há quem queira seguir uma receita "original", mas "elas por elas" vc fique livre para substituir os elementos que quiser sem perder o foco básico. por exemplo: eu substituiria a cidra por cerveja,
bom apetit!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Receita da Taverna: Hypocrás




Salve tavernandos mais uma vez!
de fato a muito não abro esta taverna e não sei por que isso acontece todo janeiro...rs.
mas sem delongas é com alegria que trago até vós algumas atualizações além de uma culinária de muito bom gosto.

Mas primeiro, vamos às atualizações:

1º Como alguns já o sabem, eu Rene William, me encontro num local geográfico muito diferente do que costumo estar... ou seja: estou na bahia desde o dia 27 de dezembro. todos os fatos de lá pra cá não cabem em poucas palavras, só trocando uma idéia via telefone mesmo (quem sabe o meu telefone pode mandar mensagem que eu respondo, e ser for tim até retorno!). mas estou aqui! me encontrando cada vez mais e não penso em sair daqui tão cedo.

2º embora tenha saido as pressas de mantena e não pude dar o devido tchau a alguns amigos, mantenho sim o contato com todos estes e por email aos poucos vou contando como vim parar aqui (coisa que nesse susto nem eu sei direito). rs...

3º o Projeto do livro das crônicas da taverna continuam de pé. pretendo torna-lo mais sério com o passar dos dias, e acoplar outros contos a ele. (contos ainda não publicados). a principio, penso em escalar um time de consideráveis pessoas (ingrd vc está escalada!! tá?!) para que me ajudem com correção, diagramação, Re-ilustração e publicidade do mesmo no momento certo. aguardem!

e por fim, vamos ao que interessa né?! hehehe

Hypocrás.

o prato de hoje na verdade é um copo! o,O
sim!

O Hypocras (Ipocras, Ypocras, Hyppocras, Hippocrass) é uma das bebidas da Idade Média. As primeiras receitas conhecidas deste vinho fortemente açucarado a que se adicionam especiarias remonta ao séc. XII e são maioritáriamente da Catalunha e do Langue d'Oc (França).
O seu nome deriva provávelmente de Hipócrates, frequentemente considerado o pai da Medicina, e à bebida estariam associados poderes "curativos".
Este vinho pode ser tomado como aperitivo ou como acompanhamento de sobremesas, especialmente de chocolate e é relativamente simples de se fazer, depois de feito e coado pode ser guardado durante bastante tempo, julgo que vários anos.


Ingredientes:

7,5 dl de vinho (pode ser tinto ou branco, ou uma parte da cada, uma vez que há receitas com um e com outro)
130 g de mel
100 gr de açúcar (usei açúcar integral)
4 cravinhos (ou 1 colher de café rasa de cravinho em pó)
1 pau de canela (ou 1 colher de café rasa de canela em pó)
1 colher de café de raspas de noz moscada
1 colher de café de gengibre fresco ralado
4 grãos de pimenta
1 mão cheia de passas de uva


Preparação:
Leve o vinho ao lume a aquecer, em lume brando sem deixar ferver, juntei as especiarias e deixe-a macerar de um dia para o outro.
Filtrei o vinho várias vezes e armazenei numa garrafa bem rolhada até ao dia de servir.
A filtragem pode ser feita através de várias gases ou utilizando os filtros de café.
Pode ser feito com a antecedência de um mês ou dois antes de servir, embora digam que ele é melhor passado um ano.

Notas Pessoais:
seja aconselhado como aperitivo, servido fresco mas sem gelo, desconfio que, à semelhança do ponche ou do Glühwein, será agradável, se servido quente, numa noite fria de Inverno. Mas isto, claro, é só a minha opinião.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Receita da Taverna: Lasanha de miojo




Saudações tavernados!

hoje excepcionalmente vai uma receita inusitada por alguns motivos:

1º pq eu to de férias e não fiquei futucando receitas na internet
2º pq ela não é medieval então é diferente mesmo
3º pq eu vivi o inicio de 2010 em santa teresa a base (quando co
zinhava sozinho), então ao cabo de 20 dias eu já havia comido miojo até com café! hehehe , logo eu sou um gourmet na culinária 'lamem' tb! rs...
4º pq isso aki precisa atualizar tb oras!

então vamos lá!

plagiado do twitter de um nobre amigo meu, que sempre esteve em tavernadas e tavernadas @kilianolopes (foto abaixo),

O bárbaro Kiliano e D. Rapouso na época da
Grande Guerra da Faculdade
Bons tempos!

acompanhe a receita:

LASANHA DE MIOJO

500 g de macarrão miojo
300 g de carne moida
1 cebola picada pequena
2 tomates maduros sem sementes
2 dentes de alho amassados
2 xícaras de azeite
300 g de mussarela
300 g de presunto
sal agosto (...setembro, outubro, novembro...)

Modo de preparo

Refogue numa panela a cebola e o alho até começarem a dourar

acrescentes os tomates até murcharem

refogue a carne com sal agosto

Quando a carne estiver moreninha, adicione 500 ml de água e deixe por 10 mim

Cozinhe o macarrão por 3 minutos e escorra rapidamente sem deixar secar demais para não grudar

Numa refratária coloque uma camada de macarrão, cubra com o molho, uma camada de presunto e outra de mussarela e assim sucessivamente até os ingredientes acabarem

No final, leve ao forno previamente aquecido por 5 minutos

Depois corte como uma lasanha normal e sirva com arroz branco!

e manjare!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Receita da Taverna: Manjar medieval


boa noite nobres senhores!

As festividades cristãs de fim de ano se aproximam e partilhar de tal evento (sendo convidado a uma casa, senão a sua) e não levar nada, pode lhe garantir certo desconforto. sendo assim,

vos apresento uma receita deliciosa, fácil e rápida de se preparar!
ah! outra caracteristica importante é que ela não humilha o prato principal (que em geral é a dona da casa quem prepara o peru... pernil... tender... chester... seja lá o que for...)

vamos a receita:

Manjar Medieval:

Ingredientes:

1 Kg de maçãs reineta
3 colheres de sopa de mel
1 colher de chá de canela em pó
100 gr de nozes (apenas o miolo)
50 gramas de sultanas (conhecida tb brasileiramente como maria-sem-vergonha)
2 cálices de vinho do porto
150 ml de água
50 gr de açúcar

Modo de preparo:

1.Descasque as maçãs e corte-as em pequenos pedacinhos.

2.Coloque as maçãs cortadas dentro de um recipiente e adicione, o mel o açúcar a canela o vinho do Porto e a água, tape o recipiente e leve a lume brando e deixe cozer até a maçã se desfazer completamente.

3.Retire do lume e adicione as nozes e as sultanas, deixe arrefecer.

4.Deite o preparado numa taça enfeite com nozes e paus de canela.


é válido lembrar que Maçã tem muuuuiitta presença na culinária e no imaginário medieval!
vale a pena conferir!

rsrsrsrs....



terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Receita da Taverna: Pão Medieval


Salves Leitores, Cozinheiros, Taverneiros amigos e famintos que visitam a Taverna da Raposa!
Sejam muito bem vindos!

Hoje especialmente vou lhes fornecer uma receita que me foi encomendada por uma donzela de terras muito, mas muito frias que instintivamente marcou minha história!

ofereço-lhes hoje o PÃO MEDIEVAL!


¾ xícara (chá) de açúcar
100 gramas de manteiga amolecida
60 gramas de fermento para pão
1 quilo de farinha de trigo
½ litro de leite
3 ovos

Recheio I:
2 xícaras (chá) de açúcar
2 pacotes de coco seco ralado
200 gramas de manteiga

Recheio II:
1 vidro de leite de coco
1 vidro (mesma medida) de leite comum
1 lata de leite condensado

Modo de preparar:
Derreter o fermento com a açúcar bater o restante dos ingredientes, descendo a farinha aos poucos até obter uma massa que desgrude das mãos. Deixar dobrar de volume. Ferva todos os do recheio II. Após a massa ter dobrado de volume, abrir a massa com um rolo e passar manteiga, agregar o açúcar e o coco seco ralado. Enrolar como rocambole e cortar na espessura de 2cm. Dispor as fatias deitadas em uma forma e levar para assar por 10 minutos antes de retirar do forno acrescentar em cima das fatias o recheio II ainda quente.

é claro que todo pão que se preze pode ser servido com um cabernet sauvignon aberto 20 minutos antes e deixado se acostumar com a temperatura ambiente (ambiente de um lugar frio!)

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Receita da Taverna: Javali Medieval



Boa noite caros clientes,
A taverna da raposa orgulhosamente apresenta a 2ª receita da taverna

javali medieval

é claro que achar javali vai ser um "poRco" difícil,
mas é só colocar uma dentadura "um poRco maior no poUco".
que fica tudo igual! hehehe

bem, sem mais delongas... "le pratit"

Ingredientes
1250g de carne de javali
3 copos de vinho tinto
2 dentes de alho picados
½ colher ( café ) de gengibre fresco ralado
1 colher ( sopa ) de vinagre
4 colheres ( sopa ) de gordura de Javali ou manteiga
30g de toucinho picado
Pimenta-do-reino em grãos a gosto
Sal, Pimenta-do-reino moída a gosto



Modo de Preparo
Riscar a pele do Javali e raspá-la Deixar
marinar por 12 horas em dois copos de
vinho , alho , vinagre e pimenta em grãos. Numa panela,
dourar na gordura do Javali o toucinho a
pimenta-do-reino e o gengibre. Acrescentar a carne
coada e cortada em pedaços. Adicionar sal a gosto ,
dourar e colocar o restante do vinho. Deixar no fogo
aproximadamente 3 horas , colocando de vez quando,
porções de água quente para evitar secar. Verificar o
sal servir bem quente.

ACOMPANHAMENTO
Purê de maça e padaços de pão.

Até o pumba apóia esta idéia!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Receita da Taverna: Peixe na cerveja!


Senhoras e senhores, é com muita honra e alegria que abrimos a cozinha da Taverna da Raposa nesta madrugada de terça feira, para que aprendam que nem só de vinho vive o homem, mas de peixe e de cerveja tb! (e batatas, e kebab, e pizzas, beiruts e por aí vai!) rs....

bem, a receita que vos apresento, foi me trazida por um homem do mar, descendente dos nórdicos países e a mim confiada, para que no momento certo fosse divulgada aos homens!

pois bem, terça de madrugada (eu espero conseguir cumprir isso rs....) será publicado um prato ou uma bebida (mistura) aqui na taverna da raposa para dar tempo de comprar os ingredientes até as festas do fim de semana. portanto....

sem mais delonga, eu vos apresento:

Fisk stuvad i öl (Peixe na Cerveja)




Ingredientes
1 cebola
1 colher de sopa de manteiga
250 ml de cerveja
1 peixe de1kg (truta, por exemplo)
2 colheres de sopa de farelo de pão

Modo de Preparar Limpe o peixe. Pique a cebola em pedaços pequenos e doure na manteiga. Acrescente a cerveja e deixe ferver. Coloque o peixe e deixe cozinhar durante 20 minutos.Quando pronto o peixe, retire-o e coloque em uma travessa. Com o líquido que ficou na panela, faça o molho: coloque o farelo de pão e mexa até alcançar a consistência desejada. Coloque sal a gosto. Despeje o molho sobre o peixe. Espero que tenham gostado e até a próxima!



[é sério! funciona!]