domingo, 28 de setembro de 2014

O que será, que será?


O que acontecerá quando toda a revolução acontecer?
Quando não haver mais nada para lutar, quando não houver mais nenhum parecer?

Pra onde irão aquelas pessoas que sempre foram competitivas e nunca políticas quando o seu lado vencer?

E para onde irão as pessoas rixosas que usavam suas forças físicas e "intelectuais" para contundir outrem. ao invés do bem comum?

Criar-se-ão uma nova oposição? ressuscitarão a antiga?
e quando os lídereS do mesmo partido tiverem duas visões? 
você sabe né? visão + visão = divisão!

O que será, que será?

Acaso a humanidade não percebeu que a luta é sem fim e que conseguir provar algo não levará a nada se quem se opõe muitas vezes não quer entender, apenas acreditar no que se crê?

Vão-se as ideias...
...Ficam as perguntas.

Argumento final


Em última instância, na puta pela ignorância. segundo meus opositores políticos, apoio o capital na única e efêmera tentativa de expressar minha individualidade sem se preocupar com a ética ou moral de pensar no outro e seu bem em si e/ou aceitar um Estado superior a tudo.
Quando me acusam por minha escolha politica sobre a base do argumento de que eu não penso no bem do outro, afirmam subjetivamente estarem preocupados com um sistema moral cristão que outrora os mesmos rejeitaram. pois em suma naturalidade, o homem é o lobo do homem.
E quando apontam que o próprio sistema político que eu escolhi será efêmero, que implodirá e que possivelmente causará minha própria desgraça, discordo. mas sob qualquer necessidade de um parecer, digo que não me preocupo com o porvir e que cada geração sobreviva por si só salientando novamente o lobo (do homem) ao qual sobreviveu até os dias de hoje.

Julguem-me com seus próprios critérios, se capazes. indiferentemente esta será a forma que criarei meus filhos - Afinal, sem nós, não haveriam vocês. 





Ensaio rascunhado sobre uma visão política sobrevivencialista e imediatista;  pois a vida... não é pra sempre.