Certa noite, abri a taverna para os marujos que chegavam do mar do Caribe, pois os mesmos trocavam, incessantemente o bom pão vespertino da feira por uma bela garrafa de rum! (não e lucrativo? rs...) pois bem. enquanto abria as portas e terminava de limpar o balcão, aproximou-se um senhor muito bem trajado e com uma peruca branca (o que lhe valia mais títulos que a roupa), pensei: putz... o cobrador de impostos... estou perdido! sem delongas ele se dirigiu a mim:
- procuro por um certo Don Rapouso Ladreau o dono da taverna.
- pois bem, sou eu! pode falar - um pouco que rindo.
- não, você não eh o rapouso que me falaram
- ah não? então como "ele" eh?
- bem... ele e...
- RAPOSO! DESCE OUTRO RUM PRA MIM E PRO MEU AMIGO JIMMY! - interferiu arrogantemente um marujo que acabara de se encontrar com amigo de Londres.
- então como estava dizendo... - dei um sorriso sarcástico enquanto lustrava...
- bom, neste caso me perdoe Don rapouso...
- não há problemas nisto! pra quem me conhece... da sarjeta ao palácio já fui tantas vezes confundido.... mas o que o trás a minha humilde taverna?
- pois bem, como ainda não me apresentei não posso iniciar esta conversa de forma tão grosseira, mas se me puder acompanhar gostaria de tomar algo enquanto conversamos
- tudo bem! - deixei o pano em cima da mesa, peguei uma garrafa de bordeau e fomos nos sentar.

- bom, meu nome e José António Cuervo, sou Espanhol e muito influente acerca de "la corona".
meus serviços prestados a majestade me renderam um bom pedaço de terra na província de jalisco no México onde o consumo de bebida eh muito grande.
- e....
- e e ai que entra minha oferta, com minha habilidade de administração consegui montar uma destilaria que a principio produzia o mezcal, porem decidi inovar e estou produzindo tequila.
- perai! vc eh um produtor de tequila vinda direto do México?
- sim, por que?
- por nada! negocio fechado! *balançando a mão de José - quero 15 barris para a semana que vem aqui em minha taverna!
- mas espere, tenho uma aqui comigo, e gostaria que vc servisse a mim e a seus marujos para verem o que acham.
-tudo bem....


*servida a tequila "que todos gostavam"
- antes de acertar o final gostaria de perguntar, por que saber da existência dessa simples bebida te alegrou tanto se de fato não tens o semblante de beberrão?
- porque não eh por mim que me lembrei de pedir e/ou beber.... mas pela minha raposa! ela sabe o porque....
"embora a raiva me tomava, por outro lado o sono dela era profundo"
Esta nota é uma forma de creditar os diretos autorais.
As imagens contidas nesta postagem referem se a obra denominada "le scorpion" pertencentes aos autores Enrico Marini (arte) e Stephen Desberg (roteiro). não possuem o fim lucrativo, degradação da imagem do personagem e nem o intuito de roubo de direitos autorais.
- procuro por um certo Don Rapouso Ladreau o dono da taverna.
- pois bem, sou eu! pode falar - um pouco que rindo.
- não, você não eh o rapouso que me falaram
- ah não? então como "ele" eh?
- bem... ele e...
- RAPOSO! DESCE OUTRO RUM PRA MIM E PRO MEU AMIGO JIMMY! - interferiu arrogantemente um marujo que acabara de se encontrar com amigo de Londres.
- então como estava dizendo... - dei um sorriso sarcástico enquanto lustrava...
- bom, neste caso me perdoe Don rapouso...
- não há problemas nisto! pra quem me conhece... da sarjeta ao palácio já fui tantas vezes confundido.... mas o que o trás a minha humilde taverna?
- pois bem, como ainda não me apresentei não posso iniciar esta conversa de forma tão grosseira, mas se me puder acompanhar gostaria de tomar algo enquanto conversamos
- tudo bem! - deixei o pano em cima da mesa, peguei uma garrafa de bordeau e fomos nos sentar.

- bom, meu nome e José António Cuervo, sou Espanhol e muito influente acerca de "la corona".
meus serviços prestados a majestade me renderam um bom pedaço de terra na província de jalisco no México onde o consumo de bebida eh muito grande.
- e....
- e e ai que entra minha oferta, com minha habilidade de administração consegui montar uma destilaria que a principio produzia o mezcal, porem decidi inovar e estou produzindo tequila.
- perai! vc eh um produtor de tequila vinda direto do México?
- sim, por que?
- por nada! negocio fechado! *balançando a mão de José - quero 15 barris para a semana que vem aqui em minha taverna!
- mas espere, tenho uma aqui comigo, e gostaria que vc servisse a mim e a seus marujos para verem o que acham.
-tudo bem....

*servida a tequila "que todos gostavam"
- antes de acertar o final gostaria de perguntar, por que saber da existência dessa simples bebida te alegrou tanto se de fato não tens o semblante de beberrão?
- porque não eh por mim que me lembrei de pedir e/ou beber.... mas pela minha raposa! ela sabe o porque....
"embora a raiva me tomava, por outro lado o sono dela era profundo"
Esta nota é uma forma de creditar os diretos autorais.
As imagens contidas nesta postagem referem se a obra denominada "le scorpion" pertencentes aos autores Enrico Marini (arte) e Stephen Desberg (roteiro). não possuem o fim lucrativo, degradação da imagem do personagem e nem o intuito de roubo de direitos autorais.



6 Garrafas de rum levantadas:
sem nada a declarar...
vc tem ficado muito bom nisso de dar continuidade às vidas que cria!!
a raposa sabe o porque...
rsrsrsrs
eeeeh mestre, mudastes bastante o estilo né, agora temos aqui um criador de contos... quem sabe não temos em breve "A Taverna da Raposa" por Rene Rapouso.. XD (um livro)..
Beeeijo (e tá ótimo o novo estilo de escrever).
POis bem: Fantasia ou Realidade?
A cada dia mais, a taverna traz contos da realidade, que so quem vive cada um deles, sabe o que é...kkkk
Cara adorei... muito bom... e o José Cuervo... mandou avisar que deve ter mias barris de tequila aqui por estas bandas este ano...kkkkkk
Muito bom!!!
ah jose cuervo, seu fanfarrão!
deu as caras né!!
a raposa está 'coelha' com vc!!
rsrsrs
duas doses de tequila e um pouco de sal sem fazer cara feia!
kkkkkkkkk
vc devia fazer um blog pra prosiar com a gente! XD
Tequila vinda direta do México?? hmmmmmmmmmmmmmmmmmm...!
ei, me indicaram para uma brincadeira e eu te indiquei.. rsrs de novo, vai la ve
Postar um comentário