quarta-feira, 13 de julho de 2011

Eu e um Formulário idiota


APARÊNCIA
[ ] Sou mais baixo do que 1,54.
[X] Eu acho que eu sou feio às vezes.
[ ] Tenho muitas cicatrizes.
[ ] Eu me bronzeio facilmente.
[X] Eu queria que meu cabelo fosse de uma cor diferente.
[ ] Eu tenho amigos que nunca viram a minha cor natural de cabelo.
[X] Eu tenho uma tatuagem
[X] Eu sou auto-consciente sobre a minha aparência.
[ ] Eu uso óculos.
[ ] Gostaria de fazer uma cirurgia plástica se fosse 100% segura, livre de custos, e scar-livre.
[X] Já me disseram que eu sou atraente e quem disse foi um estranho.
[ ] Eu tenho mais de 2 piercings.
[ ] Tenho piercings em locais além de meus ouvidos
[ ] Eu tenho sardas.

FAMÍLIA

[X] Eu fugi de casa.
[X] Eu fui expulso da casa.
[X] Meus pais biológicos estão juntos.
[X] Eu tenho um irmão mais novo
[X] Eu quero ter filhos um dia.
[X] Eu quero adotar um dia.



ESCOLA/TRABALHO
[ ] Eu ainda estou na escola.
[X] Eu tenho um emprego.
[X] Eu caí no sono no trabalho / escola.
[ ] Eu quase sempre faço meu dever de casa.
[X] Eu perdi uma semana ou mais de aula.
[ ] Eu estive no quadro de honra nos últimos 2 anos
[X] Eu roubei algo do meu trabalho
[X] Eu fui demitido.

VERGONHA
[X] Eu já saiu um “lol” em uma conversa falada.
[ ] Filmes da Disney ainda me faz chorar.
[X] Eu bufei enquanto ria.
[X] Eu ri tanto que chorei.
[X] Eu ri até algum tipo de bebida saiu do meu nariz.
[ X Eu já rasguei minha calça em público.

SAÚDE
[ ] Eu nasci com uma doença ou deficiência.
[ ] Eu levei pontos em cortes.
[ ] Eu quebrei um osso.
[ ] Eu tive minha amígdalas removidas.
[ ] Eu fui em um consultório médico com uma amiga.
[ ] Eu tirei meus dentes de siso.
[X] Eu fiz uma cirurgia grave.
[X] Eu tive catapora.
[ ] Eu tenho / tinha asma.

VIAGEM
[X] Eu dirigi mais de 200 milhas em um dia.
[X] Eu já viajei de avião.
[ ] Eu fui para o Canadá.
[ ] Eu fui para o México.
[X] Eu viajei pelo meu estado
[ ] Eu fui para o Japão.
[ ] Eu já comemorei o Mardi Gras em Nova Orleans.
[ ] Eu fui para a Europa.
[ ] Eu fui para a África.
[X] Eu fui para o Brasil

EXPERIÊNCIAS
[X] Eu já me perdi na minha cidade.
[X] Eu vi uma estrela cadente.
[X] Eu já desejei a uma estrela cadente.
[X] Eu vi uma chuva de meteoros.
[X] Eu apertei todos os botões em um elevador
[X] Eu chutei um cara onde dói.
[ ] Eu fui a um cassino.
[ ] Eu fiz pára-quedismo.
[ ] Eu já fiz mergulho.
[X] Eu joguei girar a garrafa.
[ ] Eu bebia um galão de leite inteiro em uma hora.
[X] Eu já cai de um carro.
[ ] Eu fui esquiar.
[ ] Eu estive em um jogo.
[X] Eu conheci pessoalmente alguém da internet.
[ ] Eu peguei um floco de neve na minha língua.
[ ] Eu vi a aurora boreal.
[X] Eu me sentei num telhado à noite.
[X] Eu andei em um táxi.
[ ] Eu vi o Rocky Horror Picture Show.
[X] Eu comi sushi.
[ ] Eu fiz snowboard.

RELACIONAMENTOS
[ ] Eu sinto falta de alguém agora.
[X] Eu tenho medo de ser abandonada.
[ ] Eu me divorcei
[X] Eu já disse a alguém que eu amava quando eu não sabia.
[X] Eu já disse a alguém que eu não o amava.
[X] Eu já disse a alguém que eu o amava e não obtive uma resposta clara.
[X] Eu me senti rejeitada, mesmo quando eu não era.
[X] Eu amei / gostei de um amigo. Eu sabia que esse amigo me amou / gostou.


HONESTIDADE
[X] Eu fiz alguma coisa que eu prometi alguém que eu não faria.
[X] Eu fiz alguma coisa que eu prometi a mim mesma que não faria.
[X] Eu escapei de minha casa.
[X] Eu menti para meus pais sobre onde estou.
[X] Eu estou mantendo um segredo do mundo.
[X] Eu já enganei durante um jogo.
[ ] Eu tenho defraudado em um teste.
[X] Eu fui suspenso da escola.

BAD TIMES
[X] Eu já consumi álcool.
[X] Eu bebo regularmente.
[X] Eu não consigo engolir comprimidos.
[ ] Eu posso engolir cerca de 5 comprimidos de uma vez sem problemas.
[X] Eu fui diagnosticado com depressão clínica.
[X] Eu fechei os outros para fora quando eu estou deprimido. (???)
[ ] Eu tomo / tomei anti-depressivos.
[ ] Eu fui diagnosticada com anorexia ou bullimia.
[ ] Eu dormi um dia inteiro, quando eu não preciso dele.
[X] Eu acordei chorando.

MORTE
[ ] Eu tenho medo de morrer.
[ ] Eu odeio funerais.
[X] Eu já vi alguém morrendo.

MATERIALISMO
[ ] Eu tenho mais de 5 CDs de rap.
[x] Eu tenho um iPod ou MP3 player.
[ ] Eu tenho uma obsessão doentia com o anime / mangá.
[ ] Eu tenho algo próprio da Hot Topic.
[ ] Eu tenho algo próprio a partir de Pac dom.
[X] Eu coleciono revistas em quadrinhos.
[X] Eu faço coleções estranhas.
[X] Eu tenho algo autografado.

RANDOM
[ ] Eu roubei uma bandeja de um restaurante fast food.
[X] Eu vejo notícias.
[X] Eu não mato insetos.
[ ] Eu amaldiçôo regularmente.
[X] Eu canto no chuveiro.
[ ] Eu sou ativa mais de manhã.
[ ] Eu pago o meu toque de telefone celular.
[ ] Eu sou um fanático por esportes.
[ ] Eu giro meu cabelo.
[ ] Eu tenho “x” s em meu nome de tela.
[ ] Eu amo estar arrumado.
[ ] Eu já copiei mais de 30 CD’s em um dia
[X] Eu sei cozinhar.
[X] Minha cor preferida é branco, amarelo, rosa, vermelho, preto ou azul.
[X] Eu usaria pijama para ir a escola.
[ ] Eu gosto de Martha Stewart.
[X] Eu sei como disparar uma arma.
[X] Estou apaixonado.
[X] Eu não gosto deste testes.
[X] Eu rio das minhas próprias piadas.
[X] Eu amo comer fast food.
[X] Eu acredito em fantasmas.
[X] Eu ando sempre online, até mesmo como uma mensagem de ausência.
[ ] Eu não me formei em nada.
[X ] Eu não consigo dormir se houver uma aranha no quarto.
[X ] Eu não consigo dormir se houver uma barata no quarto.
[ ] Eu sou muito delicada.
[X] Eu amo chocolate branco.
[X ] Eu mordo minhas unhas.
[X] Eu amo jogos de vídeo-game.
[X] Eu sou bom em lembrar rostos.
[ ] Eu sou bom em lembrar nomes.
[X] Eu sou bom em lembrar datas.
[ ] Eu não tenho idéia do que eu quero fazer para o resto da minha vida


catei isso no maldito tumblr do ale$$io steves e coloquei MINHAS respostas.

de fato o safado pegou de uma garota por isso é que essa porra toda tá no feminino,

mas que dane-se se o leitor for homofóbico, pq eu posso usar rosa, errar genero e comer bananas

porque isso não corrompe minha sexualidade. ^^ grato!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Do Meu Sangue, Do Meu ser, Do Meu Eu

Filhos!

está aí uma palavra chave que segundo meus cálculos econômicos pessoais poderiam surgir daqui tres verões (quando eu terminasse de pagar minhas principais dívidas e me alojasse muito bem na nova cidade). entretanto...

não é isso o que o destino preservava para mim.
Hoje a mais ou menos 5 ou 6 semanas, minha esposa e eu partilhamos de uma alegria única e muito particular: vamos ter um filho!

e mentalizando sobre o que é ter um filho, chego a diversas conclusões.

recordo-me dos filhos sem referencial paterno ao qual consolei,
daqueles alunos... digo, filhos cuja data do dia dos pais, faziam questão de ficar grudados em mim, daqueles que sentiam-se felizes em dizer: deixa mãe, não precisa de vir me buscar não (já que o pai não vem), eu vou com o meu professor.
e dos tão novos que quando caiam no meio do recreio tão conturbado gritavam o meu nome para que eu assoprasse as feridas.. (de fato eu sei que isso não faz bem para a escoriação, entretanto...) para eles, esta era a única forma de alento e preocupação paterna.
tantas crianças com tantos presentes e os largavam todos no chão apenas pela corrida e um forte abraço rodado no pátio.
são daqueles momentos que você por trabalhar TB na cantina da escola, já sabia o que cada um gostava (*e tb não gostava de comer), e os marmanjos cujo pai, só dava as caras no fim de semana, mes, ano ou década não se irritavam ao ver o paifessor (como chamavam) fazer aviazinho com a colher...
e dos queridos que marcavam a pizza no fim do ano, e o dinheiro não dava e eles olhavam sem graça por terem ganhado tão pouco dos ... (biológicos) e se alegravam e sentiam-se seguros ao saber que mesmo passando aperto, comigo não passariam a vergonha de "assinar a notinha".
e daqueles, daqueles, daqueles e daqueles...

são tantos.
tantos que irritaram, tantos que me fizeram rir, tantos que me fizeram gritar, os que me fizeram chorar, os que me fizeram orar... os que me fizeram Crer! sobre estes, não faltou o bate papo amigo, o abraço forte e até as horas em silencio assentados no terraço da escola.

ainda sim continuo a mentalizar o que é ser pai.

de fato ainda por uns 7 meses isso vai pertencer platonicamente ao mundo das idéias.
mas acredito que cada ser, ao qual fui agraciado por tomar conta... viagens excursoes e talz...
são um presente deste futuro que de forma tão saudável e agradável me pegou.

daquele (ou daquela) que vem por aí, não esperar nada! porque não sou eu o que controlo o TUDO, logo nunca haverá acidentes! o que eu vou fazer é colocar este serzinho no prumo, no meu prumo. segurar pelas mãozinhas, e Crer!

a esta Cria Minha dedico estas palavras, e depositando em mim mesmo a responsabilidade de fazer dele verdadeiro FILHO, e ele de mim verdadeiro PAI.

assim eu espero

.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

[Cronicas da Taverna] : Letras que fazem história





Não era de hoje que eu estava indignado com rodeio de ratos entre as estantes da biblioteca da Taverna desde que baixei o piso para o porão. Mas como sempre tive tantos afazeres para resolver (principalmente nos fins de semana), nunca me sobrava tempo para concluir minha caça aos ratos que não só se alimentavam das páginas dos célebres escritores de minha época como se empanturravam de farpas de madeiras dos barris que consegui trazer do porto com tanta dificuldade.

Em fim, certa quarta-feira em que tudo estava calmo, resolvi passar um pano velho, porém limpo entre as prateleiras dos livros da Taverna. Sem muito zelo peguei o balde pequeno de carvalho e enchi daquela água escura que corre da bica ao lado da taverna. Instantes depois me assentei no não e comecei a passar o pano úmido nas lombadas quadradas dos livros que estavam a pouco centímetros do chão. o cheiro do mofo e a espessura dos livros mostravam que a umidade ali no chão não era pouca.

Em seguida avancei para a segunda prateleira no canto direito havia uma lacuna de livros que dava visão para o outro lado da prateleira por causa de minha organização. Mas foi começar a limpeza daquela prateleira, que subitamente eu ouvi passos do outro lado da estante. exclamei um "já vai" de forma calma, e me levantei dobrando o pano assimetricamente numa das mãos.

fui até o outro lado da prateleira e nada encontrei. intrigado, pensava comigo mesmo: poxa! eu ouvi passos! Tenho certeza! Mas, sem pestanejar muito voltei a me abaixar e continuar as limpezas.

Nas quartas e quintas fileiras havia lacunas de mais ou menos 3 palmos de distancia, isso resolveria o problema claramente dos livros que estava estragando lá em baixo.
Enquanto tirava a medida do espaço em que com certeza o livro ficaria bem, tive seguinte nítida visão:




Ah! é claro que eu conhecia aquele fraque azul Royal, aqueles dedos finos e o decot... em fim, passei o pano (agora bem sujo) na cara, para ver se a (suja) água fria trar-me-ia a tona novamente. Mas somente me irritaram os olhos. Após alguns esfregues, agora com a vista recobrada, pude me inclinar e olhar novamente para "o que" estava lá do outro lado.
Obviamente "nada" estava lá do outro lado. e mais uma vez eu passei a mão suja na testa dizendo comigo mesmo: ah rapouso... Acorde homem! coloquei a ponta do dedão e do dedo médio na ponta dos olhos e fechei-os bem forte.

Segundo depois lá estava eu de pé limpando a sexta e sétima fileira logo na altura dos meus olhos. não obstante, encontrei algumas anotações amarradas que ha muito só via de longe e agora que tenho tempo, resolvi manuseá-la.


Desenrolei a linha e pude perceber que não se tratava de um livro, mas de algo guardando um pergaminho que enrolado e amassado se encontrava dentro das anotações.

desenrolei com muito cuidado e pude ver que se tratava das primeiras lições que a raposa havia aprendido sobre escrever. e haviam correções feitas de uma outra pena, e assinadas com um sinete real. "obviamente faz parte de seu ensino".

Logo adiante haviam quatro colunas como um texto contínuo escrito por mãos de criança mesmo, com todas as rasuras, borrões e erros.

"quando madura estar, desejo um amor para recordar.
Não que tenha que ser eterno, mas que seja eterno enquanto dure.
Talvez um dia, isso só perdure em meus sonhos, e se isso acontecer
Significa que não deve existir, porque o sonho que não se torna realidade,
Por alguma obra não devia prosseguir.

Mas quando madura eu estiver, e novamente com estes letras me encontrar,
Saberei o que é amor ou já estarei aprendendo a amar.
Por isso, como os adultos que vão para o mar dizem:
(... e o resto não pode ser traduzido ou transcrevido).

Compreendi naquele momento que de sofrimento apenas estou eu, pois
a raposa já ansiava desde primórdios o que vivemos,
a raposa já esperava desde primórdios como morremos,
e a raposa já contentava desde primórdios que os amores vêem e vão,
Mas o que fica é a história.


Mais uma vez, eximiamente emocionado, retornei as anotações para a estante,
Peguei os livros que estavam em baixo e os trouxe para cima na esperança de poder novamente
Ver aquele corpo alvo que tocava as páginas de minha prateleira.
e em fim, a vi.
Pelas costas, vi os longos cabelos ruivos com as pontas brancas caminhando em direção da escada e subindo degrau por degrau. Pude contemplá-la como se contempla uma santa e antes que eu a visse partir, um aperto no peito me tomou conta, e não pude manter a visão erguida.

Rangi os dentes e pendi a cabeça enquanto as lágrimas desciam no meu rosto.

Quando de repente ouvi o batido da porta!
Sim! Esta era a conclusão de que não só um fantasma havia me visitado, mas de que minha raposa ainda estava aqui.

Apertei o peito com o pano e ergui a vista ainda com o rosto suado pela dor para a porta escada acima. e lá estava uma jovem. Completamente diferente do que tudo que eu havia visto.
Não era ruiva, não era rica, mas usava um azul Royal que me manteve a atenção presa por longos tempos.

Em um lapso mental pude compreender que vendo minha raposa subir as escadas, deixei-a ir. Experimentei a sensação correta de que nunca a tive, e que uma hora era necessário deixá-la seguir seus passos.
Experimentei também a dor no peito, que agora sei que representa a perda mas que é necessária sua existência, senão não haveria tamanho alívio depois.
E por fim, pude compreender que a nova visão que tina naquela porta era sim! Em vias de fato uma nova chance de sonhar.




Esta nota é uma forma de creditar os diretos autorais.
As imagens contidas nesta postagem referem se a obra denominada "le scorpion" pertencentes aos autores Enrico Marini (arte) e Stephen Desberg (roteiro). não possuem o fim lucrativo, degradação da imagem do personagem e nem o intuito de roubo de direitos autorais.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Receita da Taverna: Cerveja Amanteigada

Salve tavernandos!

Enquanto não chega o meu pc aqui na bahia! somo o meu caderno de receitas e delicias com umas especiaria muito peculiar!
esta bebida foi citada em alguma coisa que eu li hoje, pela manhã e fiquei curioso para descobrir como se faz.
de fato não é uma receita muito antiga e nem utiliza elementos da culinária medieval, mas o nome traz a memória das lúgubres tavernas alemãs. E então eis aí a receita que vos trago.

Cerveja Amanteigada!

Ingredientes:

470ml de Sorvete de Baunilha derretido;
4 colheres/sopa de manteiga em temperatura ambiente;
200ml de açúcar mascavo;
2 colheres/chá rasas de canela;
½ colher/chá rasa de noz moscada;
¼ colher/chá rasa de cravo (moídos);
600ml de cidra de maçã.

Elaboração
Misture manteiga, açúcar e temperos em uma tigela grande. Adicione o sorvete e deixe congelar. Aqueça a cidra em uma panela por 3 min (use fogo alto para ferver e eliminar o alcool)depois espere esfriar um pouco . Encha cada copo com uma colherada generosa da 'poção' de sorvete e derrame sobre ela a cidra aquecida - vai espumar, como cerveja, o que explica seu nome.

há quem queira seguir uma receita "original", mas "elas por elas" vc fique livre para substituir os elementos que quiser sem perder o foco básico. por exemplo: eu substituiria a cidra por cerveja,
bom apetit!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Receita da Taverna: Hypocrás




Salve tavernandos mais uma vez!
de fato a muito não abro esta taverna e não sei por que isso acontece todo janeiro...rs.
mas sem delongas é com alegria que trago até vós algumas atualizações além de uma culinária de muito bom gosto.

Mas primeiro, vamos às atualizações:

1º Como alguns já o sabem, eu Rene William, me encontro num local geográfico muito diferente do que costumo estar... ou seja: estou na bahia desde o dia 27 de dezembro. todos os fatos de lá pra cá não cabem em poucas palavras, só trocando uma idéia via telefone mesmo (quem sabe o meu telefone pode mandar mensagem que eu respondo, e ser for tim até retorno!). mas estou aqui! me encontrando cada vez mais e não penso em sair daqui tão cedo.

2º embora tenha saido as pressas de mantena e não pude dar o devido tchau a alguns amigos, mantenho sim o contato com todos estes e por email aos poucos vou contando como vim parar aqui (coisa que nesse susto nem eu sei direito). rs...

3º o Projeto do livro das crônicas da taverna continuam de pé. pretendo torna-lo mais sério com o passar dos dias, e acoplar outros contos a ele. (contos ainda não publicados). a principio, penso em escalar um time de consideráveis pessoas (ingrd vc está escalada!! tá?!) para que me ajudem com correção, diagramação, Re-ilustração e publicidade do mesmo no momento certo. aguardem!

e por fim, vamos ao que interessa né?! hehehe

Hypocrás.

o prato de hoje na verdade é um copo! o,O
sim!

O Hypocras (Ipocras, Ypocras, Hyppocras, Hippocrass) é uma das bebidas da Idade Média. As primeiras receitas conhecidas deste vinho fortemente açucarado a que se adicionam especiarias remonta ao séc. XII e são maioritáriamente da Catalunha e do Langue d'Oc (França).
O seu nome deriva provávelmente de Hipócrates, frequentemente considerado o pai da Medicina, e à bebida estariam associados poderes "curativos".
Este vinho pode ser tomado como aperitivo ou como acompanhamento de sobremesas, especialmente de chocolate e é relativamente simples de se fazer, depois de feito e coado pode ser guardado durante bastante tempo, julgo que vários anos.


Ingredientes:

7,5 dl de vinho (pode ser tinto ou branco, ou uma parte da cada, uma vez que há receitas com um e com outro)
130 g de mel
100 gr de açúcar (usei açúcar integral)
4 cravinhos (ou 1 colher de café rasa de cravinho em pó)
1 pau de canela (ou 1 colher de café rasa de canela em pó)
1 colher de café de raspas de noz moscada
1 colher de café de gengibre fresco ralado
4 grãos de pimenta
1 mão cheia de passas de uva


Preparação:
Leve o vinho ao lume a aquecer, em lume brando sem deixar ferver, juntei as especiarias e deixe-a macerar de um dia para o outro.
Filtrei o vinho várias vezes e armazenei numa garrafa bem rolhada até ao dia de servir.
A filtragem pode ser feita através de várias gases ou utilizando os filtros de café.
Pode ser feito com a antecedência de um mês ou dois antes de servir, embora digam que ele é melhor passado um ano.

Notas Pessoais:
seja aconselhado como aperitivo, servido fresco mas sem gelo, desconfio que, à semelhança do ponche ou do Glühwein, será agradável, se servido quente, numa noite fria de Inverno. Mas isto, claro, é só a minha opinião.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Receita da Taverna: Lasanha de miojo




Saudações tavernados!

hoje excepcionalmente vai uma receita inusitada por alguns motivos:

1º pq eu to de férias e não fiquei futucando receitas na internet
2º pq ela não é medieval então é diferente mesmo
3º pq eu vivi o inicio de 2010 em santa teresa a base (quando co
zinhava sozinho), então ao cabo de 20 dias eu já havia comido miojo até com café! hehehe , logo eu sou um gourmet na culinária 'lamem' tb! rs...
4º pq isso aki precisa atualizar tb oras!

então vamos lá!

plagiado do twitter de um nobre amigo meu, que sempre esteve em tavernadas e tavernadas @kilianolopes (foto abaixo),

O bárbaro Kiliano e D. Rapouso na época da
Grande Guerra da Faculdade
Bons tempos!

acompanhe a receita:

LASANHA DE MIOJO

500 g de macarrão miojo
300 g de carne moida
1 cebola picada pequena
2 tomates maduros sem sementes
2 dentes de alho amassados
2 xícaras de azeite
300 g de mussarela
300 g de presunto
sal agosto (...setembro, outubro, novembro...)

Modo de preparo

Refogue numa panela a cebola e o alho até começarem a dourar

acrescentes os tomates até murcharem

refogue a carne com sal agosto

Quando a carne estiver moreninha, adicione 500 ml de água e deixe por 10 mim

Cozinhe o macarrão por 3 minutos e escorra rapidamente sem deixar secar demais para não grudar

Numa refratária coloque uma camada de macarrão, cubra com o molho, uma camada de presunto e outra de mussarela e assim sucessivamente até os ingredientes acabarem

No final, leve ao forno previamente aquecido por 5 minutos

Depois corte como uma lasanha normal e sirva com arroz branco!

e manjare!