quarta-feira, 1 de abril de 2009

um lobisomem brasileiro?



poisé galera, esse é mais um vídeo pra provar que homens e animais possuem talentos, afetividades, e babaquisses em comum! (as legendas estão em inglês, para parecer um vídeo sério. ... apenas veja!)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O Laço de sangue




Conto: O laço de sangue

certa vez coneci uma garota

Linda era o seu nome. Possuía tudo o que um... (você sabe o que) gostaria de ter pra sempre. Uma pele clara, um sangue quente e doce...

Cativei-a! O que é o melhor, jamais precisei de me valer de presença alguma.
Certo por do sol (horário em que começavam todos os nossos encontros e apenas terminavam ao amanhecer) decidi dar a ela “a chance”, e em poucos minutos estávamos nós envoltos em lençóis banhados do mais puro sangue. Atados um ao outro eternamente.
Quando acordamos (no por do sol seguinte) ela me olhou... Sorriu... Não sabia o que havia acontecido, mas se sentiu muito bem.
Por longos meses ficamos juntos... Até que um dia ela se foi. Apenas apareceu nos e-mails dizendo que estava bem e sabia se virar... Salvava todas as conversas numa pasta que criei chamada: “o laço de sangue”.

Mesmo muito longe, ou numa lan-house próxima eu ainda podia sentir a força em que seu sangue pulsava em minhas veias quando teclava com ela... Até que uma noite ela se despediu pra valer. Disse que um padre a havia encontrado e lhe disse que “isso” era ruim e lhe ofereceu “a chance de acabar”... Disse que estava com medo... Mas estava decidida e não queria me ver nunca mais.
Ofendeu-me, injuriou-me, desprezou-me. Podia sentir o calor da saliva cuspida em meu rosto, mesmo estando frente a um monitor. Decidido a abandoná-la de vez, resolvi apagar completamente sua existência da minha.
A cada foto queimada, uma dor. A cada carta rasgada um rancor. A cada quadro partido, um furor. Foi quando eu resolvi apagar os emails e a pasta.
Clik...[”deseja apagar o laço de sangue”] ... Sim... Comando negado... É IMPOSSIVEL APAGAR O LAÇO DE SANGUE.
Pela primeira vez me vi animado a correr atrás de algo meu, através de um objeto tão... Inanimado.


* * *


e ai galera? depois de muito tempo voltei... mesmo sem muita inspiração saiu esse conto que eu criei primeiramente para competir numa "arena de duelo literário" que se faz presente num forum tb chamado taverna (http://www.taverna.planogratis.com/forum/viewtopic.php?t=139) ... se quizerem me dar uma forcinha, façam um login (é rapidin) e votem no meu nome! acho que isso pode por lá! espero vcs lá! desde já agradeço a leitura e recebo as criticas abertamente!


atenciosamente Rene William

sábado, 14 de fevereiro de 2009

ser, estar, permanecer, ESCREVER!



Muitas vezes quando criança, uma professora gorda me batia com a régua na mão e falava: "ah muleque! um cavalão desse tamanho não sabe o que é o verbo "tchubí"? e eu (o maior da sala) sem graça, com os olhos cheios de água olhava pra baixo e a lágrima escorria... putz... esse era eu, fazendo o papelão na frente de todos os meus colegas: mais pobres, mais ricos, mais burros, mais inteligentes e até da loirinha com quem eu era apaixonado na infância.
então a "fessora" me fazia escrever no quadro todas as malditas palavras...

...e com vergões numa mão, um giz na outra e choro no rosto, tive que descobrir o que significa SER, ESTAR...! hoje, deslizo sobre estas palavras como um gourmet desliza a colher de pau sobre um delicioso prato francês. tá certo que meu "ingrês" não é lá aquelas coisas, mas dá pra pedir trampo, ir ao banheiro, e dizer: "eu não sou valadarense" (pra não ser despedido do trampo)!!!.. rs... brincadeira, pessoal.

O projeto pessoal de vida é compreender e saber domar exatamente este estado! deixar de ESTAR feliz, para SER. e além de SER feliz, PERMANECER...

...incondicionalmente.


Era essa inconstância que me matava! e hoje apenas me belisca! (ou seja, era muito pior! hoje não sumiu, mas me fere muito menos...), entenda que não digo isso com o intúito de ser como um ator que mesmo em tempo de guerra dança sobre cadáveres ou pratica sapateado sobre o campo minado. de forma alguma sou um ator para tais sensações, mas me dispus em ser, estar e tb permanecer feliz. tudo bem que até algumas vezes eu esteja triste, mas o meu ser, O MEU SER, esse sim, confia, espera e é feliz.

***

creio também que quando um copo se enche... obviamente transborda, e o mesmo acontence conosco. quando há algo em nós, logo vai transbordar! seja pela boca, olhos, corpo todo, mas pra nós... há um teminal imortal: as mãos!
são elas que escrevem o que SOMOS, como ESTAMOS, mas não creio que escrevem como nós PERMANECEMOS, por isso creio que o ESCREVER devia pertencer a tal classe de estados e sentidos do ser humano. (LETRAS que me corrija a viagem que estou escrevendo agora!).
digo porque a escrita é como uma fofoca que não para, se vc escreveu num dia de descuido, todos comentarão para sempre o que ESTÁ escrito. não como VOCÊ ESTÁ AGORA!

de fato, não lamento a escrita, se não, não estaria aqui para faze-lo! mas, escrever e como executar, assassinar! podes faze-lo com alegria como um lunático, ou podes faze-lo com lágrimas como um maníaco depressivo. Entretanto o fim é unico. está feito e todos estão lendo. logo mais, voce dará voltas em seu blog, digo cemitério e lamentará os erros, ou aprenderá com eles. "escrever num blog, é como ter a oportunidade de rever a vida, porém de forma escrita".

Muitas são as vezes que leio uma mensagem, recado e/ou email, que me diz: está tudo bem! (é mesmo! as 14:30 ESTAVA TUDO BEM) só que agora são 12:25 e AGORA NÃO ESTÁ TUDO BEM... e eu aprendo a não chegar com a "cara de 14:30" mas sim de uma "?" pra saber se com todos está ou não tudo bem!!!

a escrita (e logo a leitura) é como se prender ao passado! se eu quizer ver todos bem, mesmo no enterro dos pais de todos, é só eu ler os posts qeu combinam com o famoso "xisdê". o mesmo vale para o dia ruim em que eu quizer imaginar todos cabisbaixo...

portanto, vivamos a vida NO MOMENTO!

digo isso e tenho aprendido!


é estranho, mas quando eu terminar (ou você ler) eu já esteja muito feliz!!!!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

pra onde voce vai?


Você é tão importante para ninguem 
Você finge ser tudo o que você quer ser

Mas eu, eu sei quem você realmente é

Você é aquele que chora quando você está sozinho
Mas Para onde você vai?

Sem ninguém para te salvar de você mesmo

Você não pode escapar


Você acha que eu não consigo ver atrvés de seus olhos

Assustados.

até a morte de enfrentar a realidade

Ninguém parece ouvir seu choro secreto

Você escolheu estar sozinho para enfrentar você mesmo

Mas Para onde você vai?

Sem ninguém para te salvar de você mesmo


Você não pode escapar

Você não pode escapar da verdade

Eu percebi que você está com medo
Mas você não pode abandonar todo mundo

Você não pode escapar

Eu estou tão cansado de falar palavras
que ninguém entende

É evidente o bastante que
você não pode viver sua vida inteira sozinho!

como será quando evelhecer?

E para onde você vai?

Sem ninguém para te salvar de você mesmo
Você não pode escapar da verdade
Eu percebi que você está com medo

Mas você não pode rejeitar o mundo inteiro

Você não pode escapar
Você não vai escapar
Você não quer escapar


- transcrita, traduzida e adaptada a cançao
"were you will go" da banda evanescence!

esse é o meu pessoal e singelo protesto
para algumas pessoas que (calma galera!)
não leu e nunca vão ler esse blog nunca pq
não se interessam por esse tipo de...
leitura (por exemplo)...
(se é que lê alguma coisa.).
por tanto se vc lê essa postagem,
desconsidere-a... rs... não é contra você!


são estes antigos conhecidos que são
UM TUDO entre a galera(que fazem e acontecem)
São os mais doidos e o que mais querem é
estar no palco 28 horas por dia....

mas...

quem são eles quando não tem ninguem vendo?
fazem as mesmas coisas?
continuam em seu lifestlye sempre?
ou melhor: serão assim pra sempre?
porque os que aplaudem esse tipo de "espetáculo"
estão crescendo evelhecendo e cuidado da vida.
mas... e ELES? estão?
como serão quando aos 40 não tiverem nada.
não me refiro a vida material...
mas.. a sua vida! sabe?
eles já rodaram e viajaram muito, foram longe,
mas voltaram...
e o pior! voltaram vazios!
e se voltaram com algo,
deixaram escapar pelos dedos...
sinto muito meus caros...

vejam o quanto tiveram,
e o quão pouco ainda tem...
ou pior: o quanto terá?
pra viver,
sonhar,
se sustentar
ou quem sabe um dia amar...

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

[taverna cultural]: blood mary




para quem já se familiarizou com os tópicos com "[nonononon]" - já fica a dica, essas chaves representrão uma série, ou um quadro como preferirem . "e no quadro de hj..." (nuss... ficou bem programa de tv né?) poisé... como estava dizendo, atraves desse, vou publicar algumas coisas que dê pra aproveitar "na vida real" com basse nos contos!
001 - drink blod mary (solicitado por um personagem no conto: "entrevista!") Ingredientes 35ml de vodca; 90ml de suco de tomate; 1 pitada de sal; 3 gotas de molho tabasco; 6 gotas de molho inglês; 1 pitada de pimenta em pó; cubos de Gelo; suco de limão; talo de salsão (para decorar).

modo de preparo

Misture todos os ingredientes em uma jarra e sirva sobre cubos de gelo. Decore com uma rodela de limão.

a História por trás da história:
diferente do que se pensa (heriticamente) bloody mary não pode ser lido como "sangue de maria" (vinho muito conhecido na itália), mas sim, maria sangrenta, foi Rainha da Inglaterra e da Irlanda, da casa de Tudor. É lembrada pela sua tentativa de restabelecer o Catolicismo como religião oficial, depois do movimento protestante iniciado nos reinados anteriores. Para tal mandou perseguir e executar cerca de 300 alegados heréticos, o que lhe valeu o codinome Bloody Mary (Maria, a Sangüinária).


só par aconcluir, esse topico é uma pequena extensão de um tópico que o meu amigo kiliano respondeu num forum que frequentamos!valeu cara!


domingo, 18 de janeiro de 2009

[cronicas da taverna] : uma entrevista!



de onde eu poderia enfim começar?
bom de fato começarei do "começo" (se é que isso existe para este episódio).
à duas semanas, pela manhã, uma chalupa aportou em nosso cáis com pouquíssimos passageiros, e um odor insuportável de algo morto. "são os peixes e os ratos" - diziam os poucos e anêmicos tripulantes.

alguns murmuros revelavam que a tal embarcação viera da França por causa de uma possível revolta à um senhor de grandes lavouras. a tripulação não era muito diferente, todos (que sobraram) eram homens e de baixissima renda - podendo-se comprovar pelas roupas e o trabalho pesado exercido na embarcação. havia tb um capitão que fez questão de não sair enquanto o navio era reparado. apenas era alimentado em sua própria cabine.
Como o conserto da chalupa "tenebris nimbus" (nuvens carregadas era o nome escrito na ponta do barco) demorava sair, certa noite acre
dito que o "tal capitão" começou a se entediar de ficar apenas em seus aposentos e resolveu dar as caras em minha taverna.
Era hora alta da noite quando adentrou. de fato, chamou muita atenção (com murmuros: esses franceses... não sei não), e tb não era pra menos, o capitão possuia uma pele muito clara (o que já não escondia tb a maquiagem), usava bato
n, uma pinta francesa, e uma roupa que até a boneca que eu gardava no fundo da taverna não se comparava....
em fim, aproximou-se do balcão retirou o lenço a qual e de costume comum andar, lustrou o bancão onde iria se apoiar, me olhou de baixo a cima e disse:
- querro un vinh blood mary

- certo. - concordei com a cabeça e me virei para trás para pegar e abrir a garrafa, quando fui interrompido com um sotaque um tanto que tímido.
- gostarria apens de um so taça... eu me echo fácil
Não entendi porque de um capitão tomar apenas uma taça, mas por fim resolvi fazelo.
apanhei a caneca da caixa e o
uvi um "insinuante pigarro" (estava claro que "aquilo" queria o vinho na taça) então peguei uma das poucas taças que guardo embaixo do balcão e cloquei sobre o mesmo para que servisse. enquanto preparava a garrafa, ele pegou o mesmo lenço e lustrou a borda do copo. entretanto seus cuidados foram tantos que a taça veio a quebrar a borda, ferindo uma de suas mãos e sobre o susto ele a deixou cair.
pensei: tudo bem, acidentes acontecem. dei a volta em torno do balcão para pegar a taça... e quando cheguei lá todos os cacos já estavam ajuntados em cima do balcão e o lenço enrolado em torno da mão. tudo como uma sequência silenciosa muito simples e rápida... rápida demais.
retornei ao outro lado, apanhei outra taça e mais um sorriso sem graça, do tipo "não esquente, acontece". voltando-me a bebida, ele lustrou a nova taça agora com um pouco de mais calma. em fim servi o tal bloody marry. estranho
, pois a muito não me pediam uma bebida que para os leigos possui um nome tão "herético". mas em fim servi. e resolvi perguntar: achando que esta seria a primeira pergunta de muitas, mas eu estava enganado.
- o que o trás a nossa cidade?
- estou a negociês.
- e este negociante tem nome?
-
Louis, Louis de Pointe du Lac, pertenço a disnatia dos torreadores e vós? (pensei: espanha e França?)
- Rapouso Ladreau
- e a dona desta choupana? onde está?
- ela pertence a mim. (começando a perceber que o francês anda bem afiado com o senso de humor... engraçadinho!)
- quem? essa choupana, ou a dona
- ambas.

mais alguns bons minutos em silêncio e poucas bic
adas do francês no vinho... parece que ele esperava algo.

por fim, alguns começaram a ir embora, até que todo
s saíram. passei o pano do balcão na testa na intenção de me limpar tb e demonstrar um certo cansaço pelo trabalho durante o dia até que a "almofada resolveu falar".
- em fim estava a esperar todos sairem pois tenho algumas perguntas pra vos fazer, se importa?
- de fato não, só não repare, pois a taverna continua aberta e qualquer um pode entr....
BAH! - a porta fechara-se num ímpeto vento qu
e eu nem sei de onde viera.
e pra completar aos poucos as velas das mesas foram se apagando sobrando apenas o candelábrio do balcão e o pequeno lustre de 5 velas do balcão. o rosto do rapaz parecia mais sério e tão sobrio quanto não estivesse bebido nada.
ele piscou lentamente os olhos, e ench
ugou os lábios com o lenço.
- mounsenhour Ladreau est noum não me é estranho, receio que conheço alguem de sua casa.
com tal intimidação não possuia nervos para negar ou falsificar qualquer informação, nisto concedi uma certa resposta:
- de fato acredito que não, pois Ladreau não pertence a mim, mas a minha falecida esposa a qual esta taverna eu herdei.
- un esposé? ouí! então estams a falar de la miesm persona.
- ... continuando a não entender...

- hávia uma ruivinha que por várias vezes encontrei nos bailes da alta sociedade de frrance...
-
escute aki seu almofadinha (
sacando um punhal que deixo na gaveta do balcão) se quer lembrar de minha raposa assim não permitirei que respires...
- ele disse, vá em frete eu não respiro mesmo... (sorrindo)
percebi que os sotaques não eram mais os mesmos, e a respiração mesmo não ventilava no meu braço (já qeu estava proximo ao pontiagudo nariz dele). sem me dar conta, afastei, pensando que as palavras "não respirar" já significava um certa tristeza profunda muito parecida com a que eu tinha pela perda da rapo
sa. e então fiquei a olhar. então ele me disse: não se preocupe eu tenho apenas algumas perguntas como eu disse.
-diga logo e saia daqui.
-tenho certeza disso. nunca mais me verá, ou me verá para sempre.
aquelas palavras sim me atravessara a garganta, mas em fim, ele continuando...

"várias vezes a encontrei nos bailes da alta sociedade de frrance, era uma jovem viva, impetuosa como o vento, e um olhar que inflamava com facilidade qualquer objeto inanimado"
talves não sentirá muito prazer ao ouvir o inicio, mas tenho certeza que os atos desta madmosele verdadeiramente lhe hornrará.
essa... "raposa" como assim prefere dizer, me e
ncantou o coração tb a muitos anos atraves de minhas insinuações de olhares nos bailes, até qeu um dia pude aborda-la no fim de um baile próximo a entrada da carruagem, estavamos mascarados então cada movimento audacioso era respeitado por qualquer um do baile como um movimento entre amantes.
quando retirei minha mascara e a dela e disse:

- venhas comigo, viverás como se fora para sempre!
- e ela disse: jamais, minha eternidade tem apenas a ansia de viver no coração dos que eu amo, e não dos que eu quero que me ame.
"outra resposta tão clara não haveria, mousenhour ladreau. por fim acostumado a ver tantos querer morrer, assustava+me ao ver o rubro brilho de uma jovem com tanta vontade de viver, mas não para sempre. como se esperava cada coisa a cada hora"
- pronto "monsenhour" du lac. já contou o que queria? agora faça sua pergunta e saia.
sen delongas, o "moço" me agarrou ao pescoço pressionando,me contra as estantes cheias de garrafas que "estavam" inteiras, olhou-me com olhos como da cor de um cão, e disse.... e voce? senhor rapouso, receio que com a perda desta jovem não há mais muito vigor para vida! não é?
vou lhe dar uma escolha... a escolha que eu nunca tive...
[sinceramente não sei o que esse moço queria, e porque veio diretamente amim, pois se fora membro da familia d'ela não teria o porque, já que era tão querido, o que prova o respeito deles ao me deixar escolher estar apenas com a taverna]. logo respondi. "se não tivesse ouvido a história d'ela jamais teria vontade de viver, nem saberia o quão eterno sou... pelo menos para ela."
então desacreditado do que me ofereçera soltou-me ao chão, e sumiu quase que inperceptivelmente. a unica coisa que deixou foi o lenço pessoal... completamente limpo.











Esta nota é uma forma de creditar os diretos autorais.
As imagens contidas nesta postagem referem se a obra denominada "le scorpion" pertencentes aos autores Enrico Marini (arte) e Stephen Desberg (roteiro). não possuem o fim lucrativo, degradação da imagem do personagem e nem o intuito de roubo de direitos autorais.