quarta-feira, 29 de abril de 2009

Apenas Aulas




Que bom seria se “o” português falasse nossa língua
Se “a” matemática viesse apenas para somar
Se “o” biologia nos desse vida
Se “a” geografia andasse em nosso território
Se “o” física tivesse mais contato com a gente
Se “a” história fizesse parte da nossa!

...que pena...
Apenas temos aulas...



-Rene William

sexta-feira, 10 de abril de 2009

[Cronicas da taverna] : O casamento

Todos os dias (ou melhor), todas as noites, minha raposa e eu davamos um jeito de nos encontrar.
De certo não podíamos fazê-lo sempre, pois sua família (a princípio) não gostava muito de mim. Então só sobravam as madrugadas, quando todos iam dormir e os porões do palácio ficava completamente desabitados. confesso que por mais que possa parecer cômico, nossas metas de encontros noturnos não eram para "enamorar", mas sim para treiná-la em esgrima. sim! esse era um sonho dela desde quando me viu escapando de uns guardas (ainda quando não me conhecia...)

nós treinavamos... abraçávamos... beijávamos um ao outro calorosamente e ao mesmo tempo de forma mais terna possível... éramos um junção perfeita. Estávamos juntos (treinando) a muito tempo, quando resolvi dar um passo adiante...


clique na imagem para a ampliar

ah... eu não sabia mais o que pensar quando ela disse SIM! confesso que em todas as liçoes em diante daquela noite eu perdi (e me machuquei)... mas de fato nem sentia os ferimentos...

dali em diante tudo correu "como uma raposa numa plantação de uvas"... todos os preparativos, as pessoas convidadas, os familiares me aceitaram como um filho. os clérigos pensaram em cobrar a cerimonia, mas não sem por porquê desistiram... mas enfim....

tudo foi uma grande festa... ela pediu que eu não a visse nos ultimos 3 dias antes do casamento pois iria se aprontar... Me deu 15 bolsas de moedas de ouro (sinceramente... há tempos não via algo tão pesado...) para gastar com as festividades e então lá fui eu procurar os devidos "apetrechos" para a festa... encontrei coisas importantes que fizeram parte da nossa história (coisas que talvez eu conte apenas em outra cronica) mas encontrei... era tudo muito simples, belo e o que é melhor... barato... mas foi apenas minha idéia...
A família da raposa viu com os olhos que tudo era feio (ou fora de moda... não sei) e mandou trocar tudo (para a nossa tristeza)... mas nada podia abalar nosso ideal aquele momento.

mesmo que fosse numa capela oculta... casariamos sim...


Em fim... chegou o dia! Ela numa bela carroagem desfilava por toda a rua principal... as pessoas colocavam os panos vermelhos nas janelas representado a homenagem mais sincera a única ruiva (num tom de nobreza) existente por aquelas bandas... em quanto eu, só pude contar comigo mesmo para me aprontar... a única coisa que me ofereceram foi um cavalo para não me atrasar para a Cerimonia... (ou não atrasar a cerimonia...)



Não.... não demorei... mas ela sim demorou! a cada espaço de tempo que passava me vinha um medo diferente... "o qeu aconteceu? onde ela está? o que devo fazer?" essas eram perguntas que me amedrontavam a cada parte do casamento... quando derrepente...



Ela apareceu...

era a coisa mais linda que eu Já tinha visto (desde que a vi pela primeira vez...) dalí para frente tudo ficou mais calmo... (tudo "virgula", na verdade parecia um mar... sem um comportamento claro! pois ao mesmo tempo em que eu me acalmava... logo ficava eufórico... ) e agora a euforia era para ouvir um sim! ... ou um não....

em fim... SIM.. foi o que ela disse... foi o suficiente para levar milhares de pessoas as lágrimas emocionadas com uma singela palavra tão verdadeira!

como presente dos governantes locais ganhamos uma viagem no navio real... onde todos estavam por nossa conta. então aproveitamos muito a viagem... da melhor maneira possivel... e quando a noite... para não perder o costume... esgrimavamos no convés... todos ficavam admirados como minha raposa não errava um só golpe... até que ali pelas duas da manhã...



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bom... se não preciso dizer também que foi fácil achar o quarto dela... afinal!, agora era o meu quarto tambem... rs...


por uma questão de respeito não só à memória d'ela, mas as minhas também. Não passarei a escrever alem de quando abri a porta e ela deitada já me esperava... desamarrou os meus cabelos e com tenro cuidado...









..mas tudo isso agora é sonho...
...apenas sonhos que me visitam vagas e distantes noites...
para me curar da tristeza de que não está ela mais em meus braços...

...



um epílogo...





Esta nota é uma forma de creditar os diretos autorais.
As imagens contidas nesta postagem referem se a obra denominada "le scorpion" pertencentes aos autores Enrico Marini (arte) e Stephen Desberg (roteiro). não possuem o fim lucrativo, degradação da imagem do personagem e nem o intuito de roubo de direitos autorais.

(para ler mais Cronicas da taverna... apenas procure pela "tag" na postagem)

quarta-feira, 1 de abril de 2009

um lobisomem brasileiro?



poisé galera, esse é mais um vídeo pra provar que homens e animais possuem talentos, afetividades, e babaquisses em comum! (as legendas estão em inglês, para parecer um vídeo sério. ... apenas veja!)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O Laço de sangue




Conto: O laço de sangue

certa vez coneci uma garota

Linda era o seu nome. Possuía tudo o que um... (você sabe o que) gostaria de ter pra sempre. Uma pele clara, um sangue quente e doce...

Cativei-a! O que é o melhor, jamais precisei de me valer de presença alguma.
Certo por do sol (horário em que começavam todos os nossos encontros e apenas terminavam ao amanhecer) decidi dar a ela “a chance”, e em poucos minutos estávamos nós envoltos em lençóis banhados do mais puro sangue. Atados um ao outro eternamente.
Quando acordamos (no por do sol seguinte) ela me olhou... Sorriu... Não sabia o que havia acontecido, mas se sentiu muito bem.
Por longos meses ficamos juntos... Até que um dia ela se foi. Apenas apareceu nos e-mails dizendo que estava bem e sabia se virar... Salvava todas as conversas numa pasta que criei chamada: “o laço de sangue”.

Mesmo muito longe, ou numa lan-house próxima eu ainda podia sentir a força em que seu sangue pulsava em minhas veias quando teclava com ela... Até que uma noite ela se despediu pra valer. Disse que um padre a havia encontrado e lhe disse que “isso” era ruim e lhe ofereceu “a chance de acabar”... Disse que estava com medo... Mas estava decidida e não queria me ver nunca mais.
Ofendeu-me, injuriou-me, desprezou-me. Podia sentir o calor da saliva cuspida em meu rosto, mesmo estando frente a um monitor. Decidido a abandoná-la de vez, resolvi apagar completamente sua existência da minha.
A cada foto queimada, uma dor. A cada carta rasgada um rancor. A cada quadro partido, um furor. Foi quando eu resolvi apagar os emails e a pasta.
Clik...[”deseja apagar o laço de sangue”] ... Sim... Comando negado... É IMPOSSIVEL APAGAR O LAÇO DE SANGUE.
Pela primeira vez me vi animado a correr atrás de algo meu, através de um objeto tão... Inanimado.


* * *


e ai galera? depois de muito tempo voltei... mesmo sem muita inspiração saiu esse conto que eu criei primeiramente para competir numa "arena de duelo literário" que se faz presente num forum tb chamado taverna (http://www.taverna.planogratis.com/forum/viewtopic.php?t=139) ... se quizerem me dar uma forcinha, façam um login (é rapidin) e votem no meu nome! acho que isso pode por lá! espero vcs lá! desde já agradeço a leitura e recebo as criticas abertamente!


atenciosamente Rene William

sábado, 14 de fevereiro de 2009

ser, estar, permanecer, ESCREVER!



Muitas vezes quando criança, uma professora gorda me batia com a régua na mão e falava: "ah muleque! um cavalão desse tamanho não sabe o que é o verbo "tchubí"? e eu (o maior da sala) sem graça, com os olhos cheios de água olhava pra baixo e a lágrima escorria... putz... esse era eu, fazendo o papelão na frente de todos os meus colegas: mais pobres, mais ricos, mais burros, mais inteligentes e até da loirinha com quem eu era apaixonado na infância.
então a "fessora" me fazia escrever no quadro todas as malditas palavras...

...e com vergões numa mão, um giz na outra e choro no rosto, tive que descobrir o que significa SER, ESTAR...! hoje, deslizo sobre estas palavras como um gourmet desliza a colher de pau sobre um delicioso prato francês. tá certo que meu "ingrês" não é lá aquelas coisas, mas dá pra pedir trampo, ir ao banheiro, e dizer: "eu não sou valadarense" (pra não ser despedido do trampo)!!!.. rs... brincadeira, pessoal.

O projeto pessoal de vida é compreender e saber domar exatamente este estado! deixar de ESTAR feliz, para SER. e além de SER feliz, PERMANECER...

...incondicionalmente.


Era essa inconstância que me matava! e hoje apenas me belisca! (ou seja, era muito pior! hoje não sumiu, mas me fere muito menos...), entenda que não digo isso com o intúito de ser como um ator que mesmo em tempo de guerra dança sobre cadáveres ou pratica sapateado sobre o campo minado. de forma alguma sou um ator para tais sensações, mas me dispus em ser, estar e tb permanecer feliz. tudo bem que até algumas vezes eu esteja triste, mas o meu ser, O MEU SER, esse sim, confia, espera e é feliz.

***

creio também que quando um copo se enche... obviamente transborda, e o mesmo acontence conosco. quando há algo em nós, logo vai transbordar! seja pela boca, olhos, corpo todo, mas pra nós... há um teminal imortal: as mãos!
são elas que escrevem o que SOMOS, como ESTAMOS, mas não creio que escrevem como nós PERMANECEMOS, por isso creio que o ESCREVER devia pertencer a tal classe de estados e sentidos do ser humano. (LETRAS que me corrija a viagem que estou escrevendo agora!).
digo porque a escrita é como uma fofoca que não para, se vc escreveu num dia de descuido, todos comentarão para sempre o que ESTÁ escrito. não como VOCÊ ESTÁ AGORA!

de fato, não lamento a escrita, se não, não estaria aqui para faze-lo! mas, escrever e como executar, assassinar! podes faze-lo com alegria como um lunático, ou podes faze-lo com lágrimas como um maníaco depressivo. Entretanto o fim é unico. está feito e todos estão lendo. logo mais, voce dará voltas em seu blog, digo cemitério e lamentará os erros, ou aprenderá com eles. "escrever num blog, é como ter a oportunidade de rever a vida, porém de forma escrita".

Muitas são as vezes que leio uma mensagem, recado e/ou email, que me diz: está tudo bem! (é mesmo! as 14:30 ESTAVA TUDO BEM) só que agora são 12:25 e AGORA NÃO ESTÁ TUDO BEM... e eu aprendo a não chegar com a "cara de 14:30" mas sim de uma "?" pra saber se com todos está ou não tudo bem!!!

a escrita (e logo a leitura) é como se prender ao passado! se eu quizer ver todos bem, mesmo no enterro dos pais de todos, é só eu ler os posts qeu combinam com o famoso "xisdê". o mesmo vale para o dia ruim em que eu quizer imaginar todos cabisbaixo...

portanto, vivamos a vida NO MOMENTO!

digo isso e tenho aprendido!


é estranho, mas quando eu terminar (ou você ler) eu já esteja muito feliz!!!!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

pra onde voce vai?


Você é tão importante para ninguem 
Você finge ser tudo o que você quer ser

Mas eu, eu sei quem você realmente é

Você é aquele que chora quando você está sozinho
Mas Para onde você vai?

Sem ninguém para te salvar de você mesmo

Você não pode escapar


Você acha que eu não consigo ver atrvés de seus olhos

Assustados.

até a morte de enfrentar a realidade

Ninguém parece ouvir seu choro secreto

Você escolheu estar sozinho para enfrentar você mesmo

Mas Para onde você vai?

Sem ninguém para te salvar de você mesmo


Você não pode escapar

Você não pode escapar da verdade

Eu percebi que você está com medo
Mas você não pode abandonar todo mundo

Você não pode escapar

Eu estou tão cansado de falar palavras
que ninguém entende

É evidente o bastante que
você não pode viver sua vida inteira sozinho!

como será quando evelhecer?

E para onde você vai?

Sem ninguém para te salvar de você mesmo
Você não pode escapar da verdade
Eu percebi que você está com medo

Mas você não pode rejeitar o mundo inteiro

Você não pode escapar
Você não vai escapar
Você não quer escapar


- transcrita, traduzida e adaptada a cançao
"were you will go" da banda evanescence!

esse é o meu pessoal e singelo protesto
para algumas pessoas que (calma galera!)
não leu e nunca vão ler esse blog nunca pq
não se interessam por esse tipo de...
leitura (por exemplo)...
(se é que lê alguma coisa.).
por tanto se vc lê essa postagem,
desconsidere-a... rs... não é contra você!


são estes antigos conhecidos que são
UM TUDO entre a galera(que fazem e acontecem)
São os mais doidos e o que mais querem é
estar no palco 28 horas por dia....

mas...

quem são eles quando não tem ninguem vendo?
fazem as mesmas coisas?
continuam em seu lifestlye sempre?
ou melhor: serão assim pra sempre?
porque os que aplaudem esse tipo de "espetáculo"
estão crescendo evelhecendo e cuidado da vida.
mas... e ELES? estão?
como serão quando aos 40 não tiverem nada.
não me refiro a vida material...
mas.. a sua vida! sabe?
eles já rodaram e viajaram muito, foram longe,
mas voltaram...
e o pior! voltaram vazios!
e se voltaram com algo,
deixaram escapar pelos dedos...
sinto muito meus caros...

vejam o quanto tiveram,
e o quão pouco ainda tem...
ou pior: o quanto terá?
pra viver,
sonhar,
se sustentar
ou quem sabe um dia amar...